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Mastopexia: por que a procura desse procedimento cresceu tanto entre as mulheres?

Mastopexia: por que a procura desse procedimento cresceu tanto entre as mulheres?

A procura por intervenções cirúrgicas de caráter estético é muito comum, sobretudo em mulheres que acabaram de dar à luz a um bebê. Isso normalmente ocorre em razão do interesse que as novas mamães têm em retornar às medidas anteriores à gestação — como é o caso da lipoaspiração ou abdominoplastia, por exemplo.

No entanto, em se tratando da mastopexia, tal desejo pode ser inspirado pela ideia de se corrigir o formato dos seios. Isso se dá, normalmente, porque eles podem tomar uma forma pouco desejada após a amamentação, especialmente em razão da redução de volume, distensão da pele e perda de sustentação da mama.

Com essa técnica, portanto, é mais fácil garantir um formato adequado dos seios ligada à produção do leite materno e a amamentação. Logo, se deseja entender mais sobre a mastopexia, basta continuar a leitura!

O que é mastopexia?

Durante a transição da infância para a adolescência e a fase adulta, o corpo feminino passa por inúmeras alterações importantes no corpo, provocadas principalmente pelos hormônios da puberdade. Além disso, outros fatores também podem contribuir para tais mudanças, como o uso de medicamentos anticoncepcionais, gravidez ou até mesmo a menopausa.

Diante disso, é possível observar que as alterações presentes em diferentes fases da vida levam a mulher a sofrer inúmeras interferências no aspecto das mamas, sobretudo em relação à perda de sustentação e consistência, uma vez que após os marcos citados, estes podem se tornar mais caídos.

Nesse contexto, a mastopexia consiste em uma técnica utilizada para “levantar” os seios. Na prática, esse tipo de intervenção ajuda a garantir o reposicionamento adequado das mamas, a fim de recolocá-las em uma posição mais elevada, impedindo que continuem com uma configuração que pouco agrada a maioria das mulheres.

Esse tipo de intervenção, por sua vez, pode ser classificado de diferentes formas, como veremos a seguir.

Diferenças entre a mastopexia e outras cirurgias na mama

Como vimos, as cirurgias na região das mamas é um procedimento muito procurado por mulheres. No entanto, é importante saber que há diferentes técnicas que podem ser aplicadas, neste caso. Assim, para conhecer o procedimento que melhor se adapta às necessidades de cada paciente, o primeiro passo é fazer uma consulta de avaliação com um especialista nesse tipo de intervenção.

A partir da primeira consulta, por exemplo, pode-se analisar diferentes aspectos relacionados ao tratamento adequado, uma vez que há abordagens específicas para cada tipo de finalidade. Normalmente, a mastopexia é indicada para corrigir o formato dos seios sem tirar ou aumentar o volume. Por outro lado, outras cirurgias na mama tem o mesmo propósito, contudo, podem ser utilizadas próteses de silicone para dar ou restaurar o volume mamário.

Quais são os tipos de mastopexia?

A mastopexia, como vimos, é uma abordagem cirúrgica que não utiliza próteses, uma vez que a correção, neste caso, se dá apenas para correção da flacidez, sem envolver o aumento ou redução do volume das mamas. Contudo, em se tratando de um seio pequeno, a paciente poderá optar por colocar o silicone durante a cirurgia, caso seja esta uma alternativa viável. A esse tipo de intervenção, dá-se o nome de mastopexia com prótese.

Por outro lado, as mulheres cuja tendência seja promover um preenchimento de maior volume da silhueta, pode ser necessário a utilização de uma técnica chamada de mamoplastia de aumento, antes da realização da mastopexia. Neste caso, para colocação da prótese em silicone, recomenda-se que a paciente passe pelo procedimento em momentos distintos, a fim de garantir que o peso das mamas comprometa o resultado.

Cicatrização

De modo geral, a cicatrização de uma mastopexia bem conduzida geralmente não se apresenta de forma tão destacada. Contudo, para tornar-se de fato imperceptível, demanda algum tempo e cuidados necessários, tais como o uso periódico de pomadas cicatrizantes.

Já o formato das cicatrizes podem variar de acordo com o tipo de incisão realizada para fazer a mastopexia. Em resumo, há três técnicas muito comuns, como a periareolar, que é adotada quando a remoção de pele é mínima.

Além disso, também quando não é necessária a retirada de um grande volume de tecido mamário, porém, há a necessidade de reposicionar a aréola, denomina-se periareolar e vertical.

O último tipo mais comum de corte provocado pela mastopexia consiste na técnica chamada T-invertido. Tal procedimento é mais comum nos casos em que a quantidade de pele extraída é muito maior.

Embora haja diferentes procedimentos, cada um deles é melhor indicado mediante situações específicas. Por isso, o ideal é tomar uma decisão técnica, junto ao médico, pois dessa forma fica mais fácil atingir os resultados estéticos esperados, seja em relação ao reposicionamento da mama quanto ao formato da cicatriz.

Como se prepara para a mastopexia?

A preparação para uma mastopexia, envolve, entre outros cuidados, a adoção de um hábito considerável mais saudável, como evitar o uso de cigarros pelo menos nas últimas quatro semanas que antecedem a data do procedimento. Além disso, a pessoa deverá evitar a ingestão de bebidas com alto teor alcoólico e, também, não fazer uso de medicamentos anti-inflamatórios até duas semanas antes da cirurgia.

Ademais, no dia da cirurgia, deve-se estar em jejum total de no mínimo oito horas. Objetos como brincos, pulseiras e anéis, bem como outros itens pessoais de valor não devem ser levados até o ambiente hospitalar. Por fim, é muito comum que seja necessária a apresentação de exames realizados a pedido do cirurgião antes da cirurgia, para eventuais verificações, se necessário.

Recuperação

O processo de recuperação da mastopexia normalmente não envolve muitos cuidados importantes, já que tende a ser uma intervenção pouco invasiva. No entanto, algumas pacientes podem sentir, naturalmente, desconforto na região tratada, como alteração de sensibilidade nos seios ou até mesmo uma leve sensação de peso.

Para tornar este momento de transição mais tranquilo, portanto, é fundamental observar alguns cuidados, tais como:não fazer grande esforço, como subir escadas ou fazer caminhadas longas no dia do procedimento;

permanecer em uma posição mais elevada ao se deitar nas primeiras 24 horas após a cirurgia;

  • evitar manter-se deitada de barriga para baixo ou de lado, no primeiro mês de cirurgia;
  • evitar a exposição solar desnecessária nos três meses seguintes ao procedimento;
  • usar um sutiã modelador 24 horas por dia, durante 30 dias após a cirurgia — ou de acordo com o recomendado pelo cirurgião;
  • diminuir a amplitude dos movimentos, especialmente para erguer algum tipo de objeto pesado;
  • não ingerir alimentos ricos em açúcares e gorduras, como refrigerantes e frituras;
  • manter uma rotina equilibrada e uma alimentação mais saudável.

Concluindo, a mastopexia é um procedimento muito comum, que consiste no reposicionamento do tecido mamário e não utiliza o implante de próteses como técnica principal — embora quem tenha os seios reduzidos possa vir a optar pela inclusão de silicones a fim de obter um resultado mais satisfatório.

Portanto, se gostou deste conteúdo e deseja saber mais sobre as diferentes técnicas cirúrgicas para correção das mamas, agende uma avaliação agora mesmo!